ANÁLISE DA PROPOSTA DE GOVERNO DE JAIR BOLSONARO

Fernando Alcoforado*

Neste artigo, damos início à análise dos principais candidatos à Presidência da República (Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, Fernando Haddad e Marina Silva) tomando por base o texto publicado pelo jornal Valor econômico que apresentou as propostas dos presidenciáveis no website <https://www.valor.com.br/eleicoes-2018/propostas>. Começamos nossa análise pelo candidato Jair Bolsonaro que lidera as pesquisas eleitorais. Os pontos principais da proposta de Jair Bolsonaro apresentada pelo jornal Valor Econômico são os seguintes:

  1. Economia

 

  • O Banco Central será independente, com mandatos para seus diretores e com único objetivo de controlar a inflação, mas alinhado ao “Ministério da Economia”.
  • Os preços praticados pela Petrobras deverão seguir os mercados internacionais. É contra o repasse diário do aumento do preço das refinarias para o consumidor.
  • Defende que homens e mulheres tenham salários diferentes.
  • O contrato individual do trabalho deve prevalecer sobre a CLT.
  • Acabar com a unicidade sindical e manter o fim do imposto sindical obrigatório. O trabalhador terá a liberdade de escolher em qual sindicato se associar.
  • Reduzir o tamanho do Estado.

 

Nossa avaliação: Nota-se que não há nenhuma iniciativa, nenhum plano econômico,  que contribua para solucionar a crise econômica do País e o desemprego que infelicita a população brasileira. É um absurdo considerar o Banco Central independente das ações do governo caracterizando sua submissão aos ditames do sistema financeiro como é o caso dos bancos. É um absurdo considerar que os preços praticados pela Petrobras sigam os dos mercados internacionais sem levar em conta os interesses da população. É um absurdo defender que homens e mulheres tenham salários diferentes em prejuízo das mulheres. É um absurdo considerar que o contrato individual do trabalho prevaleça sobre a CLT em prejuízo dos trabalhadores em sua relação com os patrões. É um absurdo reduzir o tamanho do Estado para que o mercado imponha sua vontade na economia brasileira em prejuízo do povo brasileiro. É positiva, entretanto, a iniciativa de acabar com o imposto sindical obrigatório.

 

  1. Política fiscal

 

  • Manter o tripé econômico estabelecido no governo FHC, com câmbio flexível, meta de inflação e meta fiscal.
  • Meta de inflação deve ser de 4,5%.
  • Manter no cargo o atual presidente do Banco Central.
  • Reduzir a carga tributária. Para isso, diz que pretende atrair “dinheiro novo” para o Brasil, com a exploração de recursos minerais, estímulo ao turismo e aumento da segurança pública.
  • Contra o imposto sobre grandes fortunas e heranças.
  • Reduzir em 20% o volume da dívida por meio de privatizações, concessões, venda de propriedades imobiliárias da União e devolução de recursos em instituições financeiras oficiais.
  • Simplificar e unificar tributos federais.

 

Nossa avaliação: É um absurdo o candidato manter o câmbio flexível que significa abdicar de ter o governo o controle sobre o câmbio deixando que ele evolua de acordo como os interesses do mercado, isto é, do sistema financeiro. O correto seria adotar o câmbio fixo cujo valor seria determinado pelo governo em função dos interesses nacionais. É uma proposta sem sentido, sem nexo, do candidato pretender a redução da carga tributária atraindo “dinheiro novo” para o Brasil, com a exploração de recursos minerais, estímulo ao turismo e aumento da segurança pública. É um absurdo ser contra o imposto sobre grandes fortunas e heranças que seria uma das alternativas de elevação da receita fiscal e de redução da carga tributária incidente sobre grande parte da população e sobre as empresas. É um absurdo o candidato pretender a redução da dívida pública por meio de privatizações, concessões, venda de propriedades imobiliárias da União e devolução de recursos em instituições financeiras oficiais que são insuficientes quando deveria reduzir o pagamento dos encargos da dívida pública, que onera em mais de 50% o orçamento da União, renegociando com os credores seu alongamento no tempo. É positiva, entretanto, a iniciativa de simplificar e unificar tributos federais.

 

  1. Privatização

 

  • Cortar despesas e “privatizar aceleradamente” para abater dívidas e reduzir gastos financeiros, e fazer uma reforma fiscal. Privatizar estatais, entre elas a Petrobras. Algumas estatais serão extintas, outras privatizadas e uma minoria, pelo caráter estratégico, preservadas.
  • Vetar parceiros como a China na venda de estatais.
  • Quebrar o monopólio da Petrobras na cadeia do gás natural.

 

Nossa avaliação: É correta a iniciativa de cortar despesas, mas é um absurdo “privatizar aceleradamente” para abater dívidas e reduzir gastos financeiros quando o correto seria reduzir o pagamento dos encargos da dívida pública renegociando com os credores seu alongamento no tempo para o governo dispor de recursos para investimento. É um ato de lesa pátria privatizar estatais, entre elas a Petrobras haja vista que elas se forem devidamente geridas podem colaborar em prol do desenvolvimento econômico e social do Brasil. É um absurdo quebrar o monopólio da Petrobras na cadeia do gás natural da mesma forma que foi um absurdo a quebra do monopólio do petróleo pelo governo Fernando Henrique Cardoso porquanto a gestão do petróleo e do gás natural deveria ser unificada. É um absurdo vetar apenas a China na venda de estatais.

 

  1. Previdência

 

  • Capitalizar a Previdência, com a operacionalização do sistema por bancos.
  • Propõe que idade mínima para se aposentar seja de 61 anos para homens com 36 anos de contribuição e 56 anos para mulher, com 31 anos de contribuição.
  • Criar um fundo com recursos da privatização para custear a transição para um novo sistema de Previdência.

 

Nossa avaliação: Trata-se de um absurdo pretender resolver o problema da Previdência Social com sua capitalização pelos bancos, isto é, sua privatização e a criação de um fundo com recursos da privatização, além da redução da idade mínima para homens e mulheres, quando o correto seria reverter a tendência de evolução da dívida pública interna e da política de pagamento de juros e amortizações que contribui para o desequilíbrio entre a demanda e a disponibilidade de recursos para a cobertura dos gastos com a Previdência Social, a transferência de recursos para Estados e Municípios e as demais despesas governamentais. É inadmissível que o governo brasileiro priorize a reforma da Previdência Social sem adotar medidas que levem à redução dos dispêndios com o pagamento do serviço da dívida pública interna que é o verdadeiro problema que deveria ser objeto de solução.

 

  1. Segurança

 

  • Redução da maioridade penal para 16 anos.
  • Liberar o porte de arma para toda população.
  • Dar retaguarda jurídica a agentes de segurança que matarem durante o trabalho, para impedir a punição deles.
  • Dar retaguarda jurídica a quem reagir a assalto ou à invasão de propriedade. Diz que quem reagir não será “condenado, mas sim condecorado”.
  • Acabar com as audiências de custódia e com a progressão de penas e saídas temporárias dos detentos.
  • Tipificar como terrorismo ações do MST e MTST em propriedades privadas.
  • Redirecionar a política de direitos humanos, priorizando a defesa das vítimas da violência.
  • Reforçar o papel das Forças Armadas no combate ao crime organizado. Buscar maior integração entre os demais órgãos de segurança pública.

 

Nossa avaliação: Trata-se de um grande absurdo, pretender combater a violência com o uso da violência e de ações punitivas como as propostas pelo candidato. Enquanto existir a injustiça social extrema e a falta de acesso de toda a população à educação de qualidade, o Brasil continuará convivendo com a violência extrema. O combate à violência que se registra no Brasil não deve se restringir à ação policial e a criação de leis punitivas de delitos. A justiça social e a educação são essenciais para combater a violência no Brasil. Estas são as armas que podem fazer com que o homem tenha comportamento construtivo e seja capaz de mudar a si mesmo. Esta é a forma de combater a violência que contribui cada vez mais para a desintegração social do Brasil.

 

  1. Saúde

 

  • Não garante a manutenção do Programa Mais Médicos e promete criar a carreira de “médico de Estado”, para atender as áreas remotas e carentes do país.

 

Nossa avaliação: Não há proposta concreta do candidato para solução dos problemas de saúde do Brasil. A proposta do candidato não aponta solução para o aumento do número de leitos nos hospitais públicos e privados que diminuiu de 453.724 para 448.954 entre 2007 e 2012. Atualmente, o Brasil tem 2,3 leitos por mil habitantes, taxa inferior à do padrão estabelecido pela Organização Mundial da Saúde, que vai de 3 a 5. O candidato não apresenta solução para o déficit de 54 mil médicos. Não propõe nada no sentido de garantir saúde e qualidade de vida da população com a melhoria do saneamento básico fazendo com que mais de 100 milhões de brasileiros que não são contemplados com redes de coleta de esgoto passem a usufruí-las. Quase 52% das moradias brasileiras não tinham acesso aos serviços de coleta de esgoto em 2015. A falta de saneamento gera relevantes custos sociais, em razão dos montantes gastos com o tratamento de doenças infecciosas e parasitárias, e também dos custos relativos à falta de pessoas no trabalho, à perda de produtividade e à degradação do meio ambiente, por exemplo. Saneamento é o conjunto de medidas que visa à preservação ou modificação das condições do meio ambiente, a fim de prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e a produtividade do indivíduo, além de facilitar a atividade econômica.

  1. Educação

 

  • Defende o ensino a distância, desde o fundamental até o superior. Segundo o candidato, é uma forma de baratear os custos com educação e combater o marxismo.
  • Militarizar o ensino e nomear general para o Ministério da Educação.
  • Criar em dois anos um colégio militar em todas as capitais de Estado.
  • Investir em pesquisa nas universidades e mudar currículo do ensino fundamental.
  • Defende que o objetivo principal da educação é “atender à economia É positiva a proposta de promover o ensino e formar um bom profissional”.
  • Contra a política de cotas nas universidades.
  • Defende Escola sem Partido.
  • Defende o fim da “ideologia de gênero” nas escolas.
  • “Expurgar” a ideologia de Paulo Freire das escolas, mudar a Base Nacional Comum Curricular e impedir a aprovação automática.

 

Nossa avaliação: É positiva a proposta do candidato de promover o ensino à distância, desde o fundamental até o superior, investir em pesquisa nas universidades e criar colégios militares. É positiva a proposta de defender a escola sem partido porque ela não deve estar a serviço de um partido e o fim da ideologia de gênero nas escolas para induzir a sexualidade dos alunos que deve fazer sua escolha sexual sem indução. É positiva a iniciativa de mudar a Base Nacional Comum Curricular porque ela deveria contemplar uma base comum por região do País devido às diferenças regionais e impedir a aprovação automática dos alunos que só deveriam ser aprovados por mérito. Trata-se, entretanto, de um grande absurdo militarizar o ensino e nomear general para o Ministério da Educação, como se a educação fosse uma questão militar. É um absurdo expurgar o método Paulo Freire das escolas, um dos grandes educadores do Brasil, que defendia uma educação para o desenvolvimento econômico e para a construção da democracia. Freire defendia a tese de que o educando deveria “aprender a aprender”, saber resolver problemas, desenvolver hábitos de solidariedade, de participação, de investigação e, ainda, criar disposições mentais críticas e oportunidades de participação no próprio comando da escola.

  1. Meio ambiente

 

  • Extinguir o Ministério do Meio Ambiente e unificar as atribuições ao Ministério da Agricultura.
  • Fim da política ambiental “xiita” e da atual política de demarcação de terras indígenas.

 

Nossa avaliação: É um absurdo o candidato não considerar a questão do meio ambiente como ação importante de governo ao extinguir o Ministério do Meio Ambiente colocando-o como atribuição do Ministério da Agricultura. O candidato desconsidera o fato de que os problemas ambientais não dizem respeito apenas à agricultura. O Brasil é o 4º maior poluidor do planeta sendo responsável pela emissão mundial de 5,4% dos gases do efeito estufa. Quase 25% das emissões nacionais são procedentes da indústria e da agricultura modernas, e 75% vêm da agricultura tradicional e das atividades madeireiras ineficientes ou predatórias. 75,4% das emissões de gases do efeito estufa no Brasil resultam de desmatamento e queimadas, 22% da queima de combustíveis fósseis, 1,6% de processos industriais e 1% de outras causas. O Brasil apresenta também graves problemas relativos ao meio ambiente tais como poluição do ar, rios, lagos, mares e oceanos, poluição do solo provocada por contaminação e descarte incorreto de lixo, queimadas em matas e florestas como forma de ampliar áreas para pasto ou agricultura, desmatamento com o corte ilegal de árvores para comercialização de madeira e destinação do lixo, entre outros. Tudo isto demanda a adoção de estratégias que contemplem medidas capazes de prevenir e mitigar as diversas formas de agressão ao meio ambiente em todo o território nacional. Nenhuma ação foi contemplada para solucionar esses probhlemas. Outro absurdo é considerar o fim da atual política de demarcação de terras indígenas que, na prática, significa incentivar a prática do genocídio contra os índios.

 

  1. Programas sociais

 

  • Manter o Programa Bolsa Família.
  • Defende um programa de planejamento familiar.

 

Nossa avaliação: É positiva a iniciativa de manter o Programa Bolsa Família e o programa de planejamento familiar. No entanto, seria necessária a adoção de medidas concretas que contribuíssem para reduzir efetivamente as desigualdades sociais existentes no Brasil que se caracteriza na atualidade pela má distribuição da renda demonstrada no fato de 20% da população mais rica do Brasil ser detentora de 67% da renda nacional e 20% da mais pobre possuir apenas 2% da renda nacional.

 

  1. Política externa

 

  • Defende a política de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
  • Aprofundar integração com países da América Latina que “estejam livres de ditaduras” e redirecionar eixo de parcerias.
  • Tirar o Brasil do Comitê de Direitos Humanos da ONU.
  • Criar um campo de refugiados em Roraima para receber os refugiados da Venezuela.

 

Nossa avaliação: É correta a posição de aprofundar integração com países da América Latina que “estejam livres de ditaduras” e um campo de refugiados em Roraima para receber os refugiados da Venezuela. No entanto, é lamentável defender a política de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrando subserviência e identidade ideológica. O candidato não propõe nenhuma política de inserção do Brasil no sistema internacional de forma soberana.

 

  1. Reforma política

 

  • Alterar a Constituição para ampliar de 11 para 21 o número de ministros do Supremo Tribunal Federal.

 

Nossa avaliação: É um absurdo pretender alterar a Constituição para ampliar de 11 para 21 o número de ministros do Supremo Tribunal Federal como o objetivo de obter maioria na Suprema  Corte para validar seus atos de governo.

 

  1. Reforma do Estado

 

  • Reduzir o número de ministérios dos atuais 29 para 15 e nomear generais para comandar pastas e fundir ministérios da Fazenda e Planejamento, além de Agricultura e Meio Ambiente.

 

Nossa avaliação: É positiva a iniciativa de reduzir o número de ministérios dos atuais 29 para 15 e é lamentável nomear generais para comandar as pastas ministeriais, caracterizando, desta forma, seu governo como de intervenção militar.

*Fernando Alcoforado, 78, detentor da Medalha do Mérito do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016) e A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017).

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Author: falcoforado

FERNANDO ANTONIO GONÇALVES ALCOFORADO, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro pela Escola Politécnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017), Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022), How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023) e A revolução da educação necessária ao Brasil na era contemporânea (Editora CRV, Curitiba, 2023).

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