Fernando Alcoforado*
Este artigo tem por objetivo demonstrar a extrema necessidade de criação de seres humanos mais evoluídos biologicamente com o uso da ciência e da tecnologia para fazer com que desafiem os limites impostos pela natureza e sobrevivam como espécie hoje e no futuro. É preciso fazer com que ocorra a formação de super-homens e super-mulheres que poderá ser alcançada a partir do uso da ciência e da tecnologia (biotecnologia, nanotecnologia e neurotecnologia) para aumentar a capacidade cognitiva e superar as limitações físicas e psicológicas dos seres humanos. Esta situação poderá ser alcançada através do transhumanismo que é uma filosofia que se propõe a erradicar de qualquer forma o sofrimento causado por doenças, o envelhecimento ou mesmo a morte dos seres humanos, bem como alcançar as máximas potencialidades em termos de desenvolvimento humano.
Com o transhumanismo o que se busca é fazer com que os seres humanos sejam capazes de se transformar com o uso da ciência e tecnologia para adquirir habilidades tão grandemente expandidas a partir da condição natural, de modo a merecer o rótulo de pós-humano, deixando em segundo plano a evolução biológica. Enquanto o humanismo clássico acredita apenas na educação e na cultura como transformadores do ser humano, o transhumanismo considera que isso não é o suficiente, A evolução humana tem que contar com a ciência e a tecnologia. Isso significa dizer que a ciência e a tecnologia deveriam intervir para exercer o controle da própria evolução humana para torná-la uma evolução dirigida e planejada. Esta evolução seria não somente biológica, mas também tecnológica.
A ideia de aumentar a capacidade do corpo humano através da ciência e da tecnologia é tão antiga quanto a própria humanidade. Desde o momento em que os seres humanos criaram ferramentas e aprenderam a usar o fogo e promoveram avanços científicos e tecnológicos ao longo do tempo, a humanidade foi ultrapassando suas limitações biológicas. A evolução deu à humanidade a inteligência mais sofisticada do que qualquer animal do planeta que possibilitou aos seres humanos usá-la para, com o conhecimento da ciência e da tecnologia adquirido, superar suas limitações biológicas. Como exemplo do uso da ciência e da tecnologia nesta direção, temos a manipulação genética da espécie humana que é possível com a criação em laboratório de novos genes que podem modificar o código genético para serem capazes de, por exemplo, bloquear a replicação de vírus, tornando nossas células imunes a ataques. Esta seria a forma de proteger os seres humanos de futuras pandemias como a do novo Coronavirus. A modificação do genoma humano aumentaria gradualmente até finalmente transformar o ser humano em uma nova espécie biológica.
Outro exemplo do uso da ciência e da tecnologia para superar as limitações biológicas dos seres humanos consiste no uso da inteligência artificial ligada a computação que pode transferir o conteúdo da nossa mente (com lembranças do passado e traços da nossa personalidade) para um disco rígido, método conhecido como carregamento da mente ou mind uploading. À medida que as tecnologias da computação avançam ao lado da biotecnologia, há uma crescente convergência entre as duas na forma de interfaces neurais que no futuro podem abrir a porta para conectar a mente humana diretamente a uma Inteligência Artificial, a fim de facilitar maior aprendizado, transferência mental e superar condições neurológicas. Esta é a ideia do transhumanismo, teoria que acredita que o uso da ciência e da tecnologia pode, não apenas superar as limitações biológicas da espécie humana, mas, também, ajudar a criar uma nova categoria de seres humanos evoluídos até mesmo com a conquista da imortalidade.
Existe há muito tempo a obsessão humana de prolongar a vida e, até mesmo, vencer a morte, isto é conquistar a imortalidade. Vencer a morte é um dos propósitos do transhumanismo. No passado, o homem procurava superar a morte através das religiões. Na era contemporânea, há a crença de que é possível vencer a morte com o uso da ciência e da tecnologia. A crença de que, se não é possível vencer a morte, mas de que seria possível prolongar a vida se apoia no fato de que a expectativa de vida do homem evoluiu de 30 anos em 1500, 37 anos em 1800, 45 anos em 1900, 46,5 anos em 1950 e 80 anos em 2012. A conquista de uma existência mais longa no século XX resultou da melhoria das condições sanitárias nas cidades e com a criação de serviços públicos de saúde. Além disso, a ciência descobriu vacinas e antibióticos que possibilitaram a prevenção de doenças e o controle de epidemias. O aumento do nível educacional e de renda contribuiu também para melhorar a qualidade de vida e ampliar ainda mais a longevidade na terceira ou – talvez possamos dizer – quarta idade.
O ano de 2045 marcará o início de uma era em que a medicina poderá oferecer à humanidade a possibilidade de viver por um tempo jamais visto na história. Órgãos que não estejam funcionando poderão ser trocados por outros, melhores, criados especialmente para nós. Partes do coração, do pulmão e até o cérebro poderão ser substituídos. Minúsculos circuitos de computador serão implantados no corpo para controlar reações químicas que ocorrem no interior das células. Estaremos a poucos passos da imortalidade. Esta é a previsão de um grupo de cientistas conhecidos por ocupar a vanguarda de pesquisas que permeiam temas como a ciência da computação, a biologia e a biotecnologia. Entre eles, estão George Church, professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, Aubrey de Grey o gerontologista e biomédico especializado em antienvelhecimento e o engenheiro Raymond Kurzweil, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Eles são os líderes de uma espécie de nova filosofia, batizada de Singularidade.
Na medicina, os arautos da imortalidade afirmam que ela nada mais é do que uma consequência real de uma revolução em curso que já faz disparar em velocidade sem precedentes o aumento da expectativa de vida humana. Considerando a rapidez das inovações, uma pessoa nascida em 2050 terá 95% de chance de viver mil anos, segundo Aubrey de Grey. Neste momento, o grupo acima citado de cientistas está envolvido no crescimento da Universidade da Singularidade, já instalada no Vale do Silício, nos Estados Unidos. Fazendo analogia com bactérias unicelulares que vivem há milhões de anos sem envelhecerem, os integrantes da Universidade da Singularidade afirmam que nossas células germinativas, como óvulos e espermatozoides, também podem viver indefinidamente os quais afirmam acreditar no maior prolongamento da vida humana.
A certeza deste grupo de pesquisadores no sucesso de suas pesquisas está sustentada nos avanços já obtidos e naqueles que certamente virão. Na opinião desses pesquisadores, a partir dos recursos que temos atualmente, uma criança nascida hoje poderá viver pelo menos até os 150 anos. Um dos campos nos quais os avanços foram mais notáveis é o das células-tronco. Na área da cardiologia, experimentos com 16 portadores de insuficiência cardíaca, todos eles tiveram parte do tecido do coração regenerado com células-tronco retiradas do próprio órgão. A substituição de órgãos doentes por outros, sadios, é outra das razões apontadas pelos cientistas para justificar a crença em uma vida espetacularmente longa. Já se conseguiu criar e implantar em seres humanos traqueia, bexiga, uretra e vasos sanguíneos. E há experiências de implante de mais órgãos, entre eles o coração e o fígado.
Um dos fatores mais importantes associados ao tempo de vida de um ser humano é sua genética. Seu DNA aponta qual será sua vida média e também pode trazer alterações que predispõe ele ou ela a doenças. Por isso, boa parte dos esforços está concentrada em inventar recursos que interfiram no material genético de cada pessoa. Evitar os possíveis danos que os alimentos podem causar ao DNA também é um ponto de apoio da ciência que busca a imortalidade. Segundo o principal representante da Universidade da Singularidade, o engenheiro Raymond Kurzweil, uma dieta de restrição calórica, com apenas os nutrientes necessários para a vida, pode nos levar a viver muito mais. Esses são apenas exemplos dos instrumentos disponíveis atualmente para fazer com que a raça humana ultrapasse limites da longevidade.
Outro pesquisador que se dedica ao estudo da longevidade humana é Lawrence Alexander, cirurgião, urologista e neurogeneticista que anunciou que a sequenciação do genoma permitirá chegar à medicina personalizada, guiada por nossas características genéticas que, através da modelagem realizada com computadores cada vez mais poderosos, poderemos entender o corpo humano. Segundo Lawrence Alexander, o progresso se desenvolverá em três ondas. Primeiro, com a eletrônica médica que já pode agora, através de implantes no cérebro tratar a doença de Parkinson, tratar a depressão e doença de Alzheimer. Em seguida, vem a onda de bioengenharia que estuda e desenvolve instrumentos essenciais à manutenção da vida como, por exemplo, esfigmomanômetros, hemodiálise, bombas de infusão, bombas de sangue, pulmões artificiais, desfibriladores, incubadoras neonatais, etc. e, finalmente, a nanomedicina, medicina em escala microscópica. A partir de 2020, poderemos esperar décadas de vida extra. É possível chegarmos, segundo Lawrence Alexander, a uma expectativa de vida que não podemos imaginar hoje.
O biogerontologista inglês Aubrey de Grey ligado à Universidade da Singularidade está convencido de que o envelhecimento é um processo biológico que pode perfeitamente vir a ser controlado, da mesma forma que a ciência já conseguiu combater muitas doenças que antes eram tidas como incuráveis. De Grey, que é formado em ciência da computação, mas se tornou um dos principais teóricos do mundo em longevidade humana comparou o corpo humano a um carro. Com manutenção periódica e adequada – conserta um defeito aqui, põe um lubrificante ali, troca uma peça velha acolá –, dá para aumentar significativamente a vida útil de um carro. Embora o corpo humano seja muito mais complexo do que um carro, De Grey acredita que é possível fazer o mesmo, combatendo regularmente os processos que levam ao envelhecimento e à morte das células.
Não há na comunidade científica muitos defensores das previsões fantasiosas de De Grey. A opinião predominante é a de que, a despeito de toda a tecnologia, não deverá haver avanços significativos na longevidade humana em um futuro próximo. Sobre o assunto, cientistas reunidos em um painel promovido há alguns anos pela revista Scientific American não deram motivos para muito otimismo: considerando todas as conquistas iminentes, como a terapia gênica e a possibilidade de substituição de quase todos os órgãos naturais, e mesmo a hibernação humana, a expectativa de vida no planeta alcançará, quando muito, 140 anos em 2500. O futuro dirá quem tem razão.
Como fazer com que o ser humano melhore significativamente em questão de décadas, ou mesmo de alguns anos? A resposta é o transhumanismo, movimento determinado a usar tecnologias revolucionárias para transformar a humanidade em algo superior. Um ser transhumano é alguém que deu esse passo e atualizou seu corpo de uma maneira que não apenas corrige uma parte deficiente para se comportar como comumente esperado, mas que substitui algo que funciona perfeitamente bem para fazer algo mais do que é biologicamente possível. O transhumanismo é possível por causa de algo conhecido como neuroplasticidade, isto é, a capacidade dos neurônios em nosso cérebro de fazer novas conexões e reconfigurar sua rede em resposta a novos estímulos, informações, traumas ou disfunções. Os exemplos incluem aprender novas habilidades, lembrar de informações, pessoas ou eventos, fazer movimentos complexos com nossos corpos sem pensar conscientemente sobre isso.
Alguns autores acreditam que a humanidade já seria transhumana, porque o progresso da medicina nos últimos séculos alteraram significativamente a espécie humana. No entanto, ela não se realizou de forma consciente e, portanto, transhumanista. O ano de 1990 é visto como uma ano de “mudança fundamental” na existência humana pela comunidade transhumana, com o primeiro estudo de terapia gênica, bebês projetados, bem como o de aumento da mente World Wide Web, tudo surgindo naquele ano. É importante levar em consideração que as mudanças sofridas pelos seres humanos através do transhumanismo trariam consequências que influenciariam todas as áreas do conhecimento. Não é só a ciência e a tecnologia que devem lidar com a melhoria dos seres humanos. É preciso haver uma abordagem ética e filosófica para lidar com essa possibilidade. Pensadores transumanistas já estudam os potenciais benefícios e perigos de tecnologias emergentes que poderiam superar as limitações humanas fundamentais, bem como a ética do uso de tais tecnologias.
O transhumanismo, deve contribuir, não apenas no sentido de erradicar qualquer forma de sofrimento causado por doenças, pelo envelhecimento ou mesmo pela morte, mas, sobretudo, alcançar as máximas potencialidades em termos de desenvolvimento humano para a humanidade sobreviver às ameaças internas existentes no planeta Terra, mas também, às ameaças vindas do espaço sideral e à necessidade de realizar viagens espaciais em busca de sua sobrevivência como espécie no Universo em que vivemos. O transhumanismo associado à superinteligência artificial são os recursos que possibilitariam capacitar a humanidade para alcançar estes objetivos.
As ameaças internas ao planeta Terra à sobrevivência da humanidade dizem respeito a doenças, pandemias como a atual pandemia mortal do Coronavirus e outras que possam surgir no futuro, terremotos e a mudança climática catastrófica que poderá ocorrer a partir de meados do século XXI demandam avanços científicos e tecnológicos para superá-las, entre outras medidas. As ameaças externas à sobrevivência da humanidade dizem respeito à colisão de asteroides sobre o planeta Terra, ao afastamento da Lua em relação à Terra que pode resultar em mudanças climáticas catastróficas, à existência de planetas órfãos vagando no espaço sideral que possam colidir com a Terra, à explosão de supernovas que possam liberar radiação gama mortal à vida na Terra, à colisão da Galáxia Andrômeda com a Galáxia Via Láctea que pode deslocar a Terra de sua localização favorável à vida no sistema solar, à morte do Sol e ao fim do Universo em que vivemos que demandam avanços científicos e tecnológicos para superá-las. O transhumanismo teria que dotar os seres humanos de capacidade para sobreviverem a essas ameaças internas ao planeta Terra e as ameaças externas vindas do espaço sideral com avanços científicos e tecnológicos que possibilitem protegê-los.
A colisão de grandes asteróides sobre o planeta Terra pode ser evitada com o uso de poderosos foguetes capazes de atingi-los e desviá-los de sua rota, o afastamento da Lua em relação à Terra deve ser monitorado para adotar medidas visando atenuar seu impacto sobre a vida no planeta Terra e estabelecer planos de fuga da humanidade para colônias espaciais construídas no sistema solar em Marte, Titan (lua de Saturno), Callisto (lua de Júpiter) e no planeta anão Plutão, a colisão de planetas órfãos com a Terra requer seu monitoramento para determinar sua aproximação da Terra e estabelecer planos de fuga da humanidade para colônias espaciais construídas no sistema solar, a explosão de supernovas requer seu monitoramento para quando ela ocorrer estabelecer planos de fuga da humanidade para colônias espaciais construídas no sistema solar, a colisão da Galáxia Andrômeda com a Galáxia Via Láctea que pode deslocar a Terra de sua localização favorável à vida no sistema solar requer seu monitoramento com o estabelecimento de planos de fuga da humanidade para um planeta localizado em outra galáxia próxima, a morte do Sol requer seu monitoramento com o estabelecimento de planos de fuga da humanidade para um planeta localizado em um sistema próximo do sistema solar e, o fim do Universo requer estudos que identifiquem a existência de universos paralelos e como acessá-los.
A humanidade precisa ser preparada para adquirir capacidade biológica suficiente através do transhumanismo com o uso de recursos científicos e tecnológicos para viver fora da Terra e realizar viagens espaciais dentro do sistema solar, para alcançar outro planeta habitável que orbite outra estrela próxima do sistema solar e, também, buscar uma saída para um universo paralelo antes que ocorra o fim de nosso Universo. A capacidade dos seres humanos de desafiar os limites impostos pela natureza é absolutamente necessária para assegurar sua sobrevivência como espécie hoje e no futuro. As ameaças imediatas quanto as futuras não serão enfrentadas com sucesso sem o avanço da ciência e da tecnologia que é o passaporte para a sobrevivência da humanidade.
É, entretanto, muito grande o risco de que, nas condições atuais, governantes mal intencionados utilizem a ciência e a tecnologia para servirem a seus interesses maléficos. Um dos espectros que ronda as discussões do movimento transhumano diz respeito ao processo de eugenia associado com os crimes cometidos pelo regime nazista que buscava a supressão dos mais fracos. É sabido, também, que no regime nazista houve o uso generalizado de drogas como o Pervitin entre os militares, de todas as patentes, para aliviar o cansaço, ter uma sensação de invencibilidade eufórica e um aumento considerável do seu desempenho. O transhumanismo, diferentemente do nazismo, representa uma versão humanista da eugenia, focada no aperfeiçoamento individual de cada ser humano. Seus defensores têm uma visão radical dos direitos humanos, onde cada cidadão é um ser autônomo que pertence somente a si mesmo e deverá decidir sozinho sobre quais modificações deve submeter seu cérebro, DNA e corpo.
Para evitar que governantes mal intencionados utilizem a ciência e a tecnologia para servirem a seus interesses maléficos, é preciso que haja seu controle e regulamentação. Para isso, é preciso que filósofos, juristas e cientistas trabalhem juntos para evitar que a ciência e a tecnologia não sejam usadas para o mal. Portanto, ao invés de proibir o uso da ciência e tecnologia em benefício do ser humano, é melhor que ela seja devidamente regulamentada. É preciso incorporar o Princípio do Bem Comum em todos os projetos científicos e tecnológicos visando o aumento da capacidade cognitiva, física e psicológica dos seres humanos. A ciência e a tecnologia devem ser desenvolvidas para o bem comum da humanidade. O Princípio do Bem Comum em todos os projetos de transhumanismo no mundo só será possível colocar em prática com a existência de governos democráticos em cada país e de um governo democrático mundial sem o qual a humanidade poderá ficar à mercê de governantes mal intencionados. É preciso, portanto, que haja governos democráticos em cada país do mundo e um governo democrático mundial que faça com que estes objetivos sejam atingidos.
REFERÊNCIAS
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* Fernando Alcoforado, 80, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017), Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) e Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).