CATASTROPHIC CLIMATE CHANGE REQUIRES NEW SOCIETY MODEL

Fernando Alcoforado

Abstract: This article addresses a topic of great interest for the future of humanity, which is that of global climate change with the proposal of solutions that can eliminate its catastrophic effects.

Global warming is a climatic phenomenon to a large extent – an increase in the average temperature of the Earth’s surface that has been going on for the past 150 years. The IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), established by the UN (United Nations), says that much of the observed warming on the planet is due most probably to an increase in greenhouse and there is strong evidence that global warming is due to human activity. Many meteorologists and climatologists consider proven that human action is actually influencing the occurrence of the phenomenon. There is no doubt that human activity on Earth causes changes in the environment in which we live. Many of these environmental impacts result from the unsustainability of society’s current development model.

The unsustainability of the current model of society’s development stems from the fact that it is responsible for the rapid rise in global temperatures, the exhaustion of the planet’s natural resources and of rise of sea levels on a larger scale in the 21st century than in the 10 thousand years since the last ice age. The facts of life are increasingly showing the need for the paradigm that has guided the development of human society since the 1st. Industrial Revolution has to be profoundly modified. That is why the model of sustainable development, among other measures, must replace the current model of society.

The method used in the study consisted mainly of analyzing the existing literature on the causes, consequences and future evolution of global climate changes and the sustainable development model to propose solutions to prevent catastrophic global climate change. Based on the study, the conclusion is reached that catastrophic climate change will be inevitable without the implementation of a new model of sustainable society globally. Future research should focus on finding sustainable society solutions specifically for developed and backward countries. This article consists of the following parts:

  • The Paris Global Climate Agreement (COP 21) and its non-compliance
  • The societal development model needed to prevent global catastrophic climate change in the 21st century
  • Conclusions

To read the article access the website  https://www.academia.edu/42952542/CATASTROPHIC_CLIMATE_CHANGE_REQUIRES_NEW_SOCIETY_MODEL

Author

Fernando Alcoforado is a PhD in Territorial Planning and Regional Development from the Barcelona University, Spain. He graduated in Electrical Engineering from UFBA – Federal University of Bahia, Brazil, and Specialist in Engineering Economy and Industrial Administration from UFRJ – Federal University of Rio de Janeiro, Brazil. Currently he is a member of the Polytechnic Institute of Bahia (IPB), holds the position of professor of postgraduate courses in Administration, Economics and Engineering from several Brazilian educational institutions and as a Consultant in the areas of strategic planning, regional planning, planning of systems of science, technology and innovation and planning of systems of energy. He held the positions of Coordinator of Strategic Planning of Ceped- Research and Development Center, Secretary of Planning of City of Salvador, Undersecretary of Energy of the State of Bahia, President of IRAE – Instituto Rômulo Almeida of Higher Studies, Director of the Faculty of Administration of the Faculties Integrated Olga Mettig of Salvador, Bahia and Consultant of Winrock International in the area of renewable energy and UNESCO- United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization and Culture. He received the Brazilian Medal of Merit of Engineering from the CONFEA (Federal Council of Engineering and Agronomy of Brazil) and he is a member of the Bahia Academy of Education. He is the author of 14 books which deal with issues relating to Brazilian Economy, Energy, Economic and Social Development, Environment, Global Warming and Globalization.

MUDANÇA CLIMÁTICA CATASTRÓFICA EXIGE NOVO MODELO DE SOCIEDADE

Fernando Alcoforado

Resumo: Este artigo aborda um tema de grande interesse para o futuro da humanidade, que é o da mudança climática global com a proposição de soluções que possam eliminar seus efeitos catastróficos.

O aquecimento global é um fenômeno climático de grande extensão – um aumento na temperatura média da superfície da Terra que vem ocorrendo nos últimos 150 anos. O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), estabelecido pela ONU (Nações Unidas), diz que muito do aquecimento observado no planeta deve-se muito ao aumento do efeito estufa e há fortes evidências de que o aquecimento global se deve a atividade humana. Muitos meteorologistas e climatologistas consideram provado que a ação humana está realmente influenciando a ocorrência do fenômeno. Não há dúvida de que a atividade humana na Terra causa mudanças no ambiente em que vivemos. Muitos desses impactos ambientais resultam da insustentabilidade do atual modelo de desenvolvimento da sociedade.

A insustentabilidade do atual modelo de desenvolvimento da sociedade decorre do fato de ele ser responsável pelo rápido aumento das temperaturas globais, pelo esgotamento dos recursos naturais do planeta e pelo aumento do nível do mar em uma escala maior no século XXI do que nos 10 mil anos desde a última era do gelo. Os fatos da vida estão mostrando cada vez mais a necessidade de que o paradigma que tem orientado o desenvolvimento da sociedade humana desde a 1ª Revolução Industrial tenha que ser profundamente modificado. É por isso que o atual modelo de sociedade deve ser substituído pelo modelo de desenvolvimento sustentável, entre outras medidas.

O método utilizado no estudo consistiu principalmente na análise da literatura existente sobre as causas, consequências e evolução futura das mudanças climáticas globais e do modelo de desenvolvimento sustentável para propor soluções para evitar a mudança climática catastrófica global. Com base no estudo chega-se à conclusão de que a mudança climática catastrófica será inevitável sem a implantação de um novo modelo de sociedade sustentável globalmente. As pesquisas futuras devem estar centradas na busca de soluções de sociedades sustentáveis especificamente para países desenvolvidos e atrasados. Este artigo é composto pelas seguintes partes:

  • O Acordo Climático Global de Paris (COP 21) e seu descumprimento
  • O modelo de desenvolvimento da sociedade necessário para impedir uma mudança climática global catastrófica no século XXI
  • Conclusões

Para ler o artigo acessar o website https://www.academia.edu/42952549/MUDAN%C3%87A_CLIM%C3%81TICA_CATASTR%C3%93FICA_EXIGE_NOVO_MODELO_DE_SOCIEDADE

Observação: Este artigo foi publicado em inglês no dia 5 de maio de 2020 na revista científica HSOA Journal of Environmental Science: Current Research.

Autor

Fernando Alcoforado é PhD em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, ​​Espanha. É formado em Engenharia Elétrica pela UFBA – Universidade Federal da Bahia, Brasil, e especialista em Economia de Engenharia e Administração Industrial pela UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil. Atualmente, é membro do Instituto Politécnico da Bahia (IPB), professor de cursos de pós-graduação em Administração, Economia e Engenharia de várias instituições de ensino brasileiras e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento de negócios, planejamento regional, planejamento de sistemas de ciência, tecnologia e inovação e planejamento de sistemas de energia. Ocupou os cargos de Coordenador de Planejamento Estratégico do Ceped – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, Secretário de Planejamento da Cidade de Salvador, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Presidente do IRAE – Instituto Rômulo Almeida de Estudos Superiores, Diretor da Faculdade de Administração das Faculdades Integradas Olga Mettig de Salvador, Bahia e Consultor da Winrock International na área de energia renovável e UNESCO – Organização e Cultura das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura na área de ciência e tecnologia. Recebeu a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia do Brasil) e é membro da Academia de Educação da Bahia. Ele é autor de 14 livros que tratam de questões relacionadas com a economia brasileira, energia, desenvolvimento econômico e social, meio ambiente, aquecimento global e globalização.

PRÉVISIONS POUR LA FIN DU PANDÉMIE DE NOUVEAU CORONAVIRUS AU BRÉSIL ET DANS LE MONDE

Fernando Alcoforado*

Cet article vise à présenter les prévisions de la fin de la pandémie de coronavirus au Brésil et dans le monde faites par l’Université de Technologie et de Design de Singapour et l’Université du Minnesota aux États-Unis. Pour établir quand la pandémie de coronavirus prendra fin, les scientifiques singapouriens ont considéré que les pandémies, comme le coronavirus, se comportent de manière générale comme dans une courbe en «S» dans laquelle l’accumulation de cas se produit dans le temps jusqu’à atteindre son pic après quoi il diminue jusqu’à la fin de la courbe. Des chercheurs de l’Université du Minnesota ont envisagé trois scénarios possibles pour la pandémie de Covid-19, dans lesquels la vague actuelle est suivie de vagues répétitives plus petites sur une période pouvant varier d’un à deux ans, la deuxième vague épidémique étant encore plus grave que la ce qui se produit maintenant, suivi par de plus petites vagues dans lesquelles le virus continuerait à infecter les gens constamment au fil du temps, jusqu’à ce qu’il infecte la population entière ou la majeure partie de celle-ci, formant ce qu’on appelle l’immunité collective.

Il semble, en principe, que les prévisions des scientifiques de l’Université de Singapour soient assez optimistes car elles envisagent la fin de la pandémie en 2020 au Brésil et dans le monde qu’ils sont peu susceptibles de se produire et que les prédictions des scientifiques de l’Université du Minnesota sont pessimistes ou plus susceptible de se produire car ils estime que cette pandémie ne prendra pas fin avec l’admission d’éventuelles résurgences périodiques de la maladie dans les deux prochaines années. Tout dépend donc d’un nouveau vaccin pour lutter contre le nouveau Coronavirus. Sans vaccin, il n’y aura pas de solution pour lutter contre le coronavirus et tout redeviendra normal. Par conséquent, son développement et sa production sont urgents pour immuniser la population mondiale. Tant que le vaccin n’est pas disponible, l’isolement social est essentiel.

Pour lire l’article, accédez au site Web

<https://www.academia.edu/42938737/PR%C3%89VISIONS_POUR_LA_FIN_DU_NOUVEAU_PAND%C3%89MIE_DE_CORONAVIRUS_AU_BR%C3%89SIL_ET_DANS_LE_MONDE&gt;.

* Fernando Alcoforado, 80, a reçoit la Médaille du Mérite en Ingénierie du Système CONFEA / CREA, membre de l’Académie de l’Education de Bahia, ingénieur et docteur en planification territoriale et développement régional pour l’Université de Barcelone, professeur universitaire et consultant dans les domaines de la planification stratégique, planification d’entreprise, planification régionale et planification énergétique, il est l’auteur de ouvrages Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) et Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).

 

FORECASTS FOR THE END OF THE NEW CORONAVIRUS PANDEMIC IN BRAZIL AND THE WORLD

Fernando Alcoforado*

This article aims to present the predictions for the end of the Coronavirus pandemic in Brazil and worldwide made by the University of Technology and Design of Singapore and the University of Minnesota in the United States. To establish when the coronavirus pandemic will end, Singaporean scientists considered that pandemics, like the coronavirus, behave in a general way as in an “S” curve where the accumulation of cases occurs over time until reach its peak after which it decreases to the end of the curve. Researchers at the University of Minnesota considered three possible scenarios for the Covid-19 pandemic in which the current wave is followed by smaller, repetitive waves over a period that can range from one to two years with the second epidemic wave even more severe than the which is occurring now, followed by smaller waves in which the virus would continue to infect people constantly over time, until it infects the entire population or most of it, forming the so-called herd immunity.

It appears, in principle, that the predictions of scientists at the University of Singapore are quite optimistic because they consider the end of the pandemic in 2020 in Brazil and in the world to be unlikely to occur and that the predictions of scientists at the University of Minnesota are pessimistic or more likely to occur because it believes that this pandemic will not end soon with the admission of possible periodic resurgences of the disease in the next two years. Everything depends, therefore, on a new vaccine to fight the new Coronavirus. Without a vaccine there will be no solution to fight Coronavirus and everything return to normal. Therefore, its development and production is urgent to immunize the world population. As long as the vaccine is not available, social isolation is essential.

To read the article, access the website <https://www.academia.edu/42938758/FORECASTS_FOR_THE_END_OF_THE_NEW_CORONAVIRUS_PANDEMIC_IN_BRAZIL_AND_THE_WORLD&gt;.

* Fernando Alcoforado, 80, awarded the medal of Engineering Merit of the CONFEA / CREA System, member of the Bahia Academy of Education, engineer and doctor in Territorial Planning and Regional Development by the University of Barcelona, university professor and consultant in the areas of strategic  planning, business planning, regional planning and planning of energy systems, is author of the books Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) and Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).

 

PREVISÕES PARA O FIM DA PANDEMIA DO NOVO CORONAVIRUS NO BRASIL E NO MUNDO

Fernando Alcoforado*

Este artigo tem por objetivo apresentar as previsões para o fim da pandemia do Coronavirus no Brasil e no mundo realizadas pela Universidade de Tecnologia e Design de Singapura e pela Universidade de Minnesota nos Estados Unidos.  Para estabelecer quando será o fim da pandemia do coronavírus, os cientistas de Singapura consideraram que pandemias, como a coronavírus, comportam-se de um modo geral como em uma curva em “S” em que o acúmulo de casos ocorre ao longo do tempo até atingir seu pico  após o qual decresce até a extremidade da curva.  Pesquisadores da Universidade de Minnesota consideraram  três possíveis cenários para a pandemia de Covid-19 em que a onda atual é seguida por ondas menores e repetitivas durante um período que pode variar de um a dois anos com a segunda onda epidêmica ainda mais grave do que a que está ocorrendo agora, seguida de ondas menores em que o vírus continuaria infectando pessoas constantemente ao longo do tempo, até infectar toda a população ou a maior parte dela, formando a chamada imunidade de rebanho.

Parece, em princípio, que as previsões dos cientistas da Universidade de Singapura são bastante otimistas porque considera o fim da pandemia em 2020 no Brasil e no mundo que são pouco prováveis de ocorrer e que as previsões dos cientistas da Universidade de Minnesota são pessimistas ou mais prováveis de ocorrer porque consideram que essa pandemia não terminará em breve com a admissão de possíveis ressurgimentos periódicos da doença nos próximos dois anos. Tudo depende, portanto, de uma nova vacina para combater o novo Coronavirus. Sem vacina não haverá solução para combater o Coronavirus e tudo voltar à normalidade. Urge, portanto, seu desenvolvimento e produção para imunizar a população mundial. Enquanto não surgir a vacina, é imprescindível o isolamento social.

Para ler o artigo, acessar o website <https://www.academia.edu/42938818/PREVIS%C3%95ES_PARA_O_FIM_DA_PANDEMIA_DO_NOVO_CORONAVIRUS_NO_BRASIL_E_NO_MUNDO>.

* Fernando Alcoforado, 80, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017), Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) e Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).

 

CAUSES OF PANDEMICS AND STAGE OF VACCINE RESEARCH AGAINST THE NEW CORONAVIRUS

Fernando Alcoforado*

This article aims to show how to prevent new pandemics based on the opinion of experts and the stage of research aimed at the development of vaccines to immunize the population against the new Coronavirus based on information on the progress of research on vaccines essential to combat Covid 19. As will be presented in the following paragraphs, humanity will have to make profound changes in its relationship with nature to prevent new pandemics from occurring that threaten its very existence and invest heavily in R&D aimed at developing vaccines to face up to current and new viruses.

Article Mais destruição da natureza, mais pandemias (More destruction of nature, more pandemics), published on the website <https://climainfo.org.br/2020/03/19/mais-destruicao-da-natureza-mais-pandemias/&gt;, informs that the destruction of biodiversity promoted by humanity can create the conditions for the emergence of new viruses with unprecedented transmission power and lethality. Human beings have always lived with pathogens from nature, some beneficial, others mortal. A few were as deadly as the Bubonic Plague and the Spanish Flu. This situation is repeated with the pandemic of the new Coronavirus. In this article, it is also reported that a 2008 survey identified 335 new diseases that emerged between 1960 and 2004, of which 60% came from animals.

David Quammen, author of Spillover: Animal Infections and the Next Pandemic, wrote in The New York Times that man invades tropical forests and other wild environments, which harbor various species of plants and animals, and within these creatures there are numerous unknown viruses. By cutting trees, killing animals or caging them and sending them to markets, man destroys ecosystems and spreads viruses from their natural hosts. When this happens, viruses need a new host that is often man himself.

Article Parem de destruir a natureza ou teremos pandemias piores, alerta grupo de cientistas (Stop destroying nature or we will have worse pandemics, warns group of scientists), published on the website <https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/parem-de-destruir-natureza-ou-teremos-pandemias-piores-alerta-grupo-de-cientistas-24398235&gt;, signed by professors Josef Settele, Sandra Díaz and Eduardo Brondizio, who led the most comprehensive study on “planetary health” ever, reports that “there is a single species responsible for the Covid- 19 pandemic: us ”. And, if the destruction of nature does not end, it is likely that even more deadly and destructive diseases will hit humanity in the future, more quickly and more frequently. The warning comes from the world’s leading biodiversity experts. The researchers said that “rampant deforestation, uncontrolled expansion of agriculture, intensive agriculture, mining and infrastructure development, as well as the exploitation of wild species” created what they called a “perfect storm” for the spread of disease.

In the article by Erick Gimenes Ação humana contra o meio ambiente causou a pandemia do coronavírus, diz pesquisador (Human action against the environment caused the coronavirus pandemic, says a researcher), published on the website <https://www.brasildefato.com.br/2020/03/18/acao-humana-contra-o-meio-ambiente-causou-a-pandemia-do-coronavirus-diz-pesquisador&gt;, Allan Carlos Pscheidt, doctor in Plant Biodiversity and Environment and professor at the Faculdades Metropolitanas Unidas, in São Paulo, says that the destruction of habitats of other animals will make epidemics more and more common. The new Coronavirus has spread across the world thanks to the destructive and invasive action of human beings against nature. The organism that causes Covid-19 has long been in the environment, probably housed in bats native to untouched caves, according to the professor. With the increasing urbanization and consequent human invasion, however, the virus broke its natural cycle and reached other beings, such as man, whose organism is not yet prepared to fight it.

According to the researcher Allan Carlos Pscheidt, the pandemic of the new Coronavirus leaves clear lessons: we urgently need to worry about unbridled consumption, the recurrent destruction of the planet and climate change. The spread of the new Coronavirus is a direct result of this. Pscheidt warns that, in an interconnected world like the one we live in today, viral epidemics must become increasingly common. For him, if we do not evolve into a more conscious and less selfish society, humanity will be decimated by new pandemics. As long as it does not protect nature to prevent new pandemics, humanity will have to produce vaccines that will make it possible to immunize the entire population from current and new viruses, given that they are fundamental for combating diseases.

Throughout history, vaccines have helped to significantly reduce the incidence of polio, measles and tetanus, among many other diseases. Today, vaccines are considered the most cost-effective treatment in public health. The reality now is that the world needs a vaccine against the new Coronavirus that causes covid-19. It will probably not be ready in the next few months. Maybe this will only happen in 12 or 18 months. There is currently a race to develop vaccines. Ewen Callaway’s article The race for coronavirus vaccines: a graphical guide, published on the website <https://www.nature.com/articles/d41586-020-01221-y&gt;, presents several ways in which scientists hope to provide immunity to SARS-CoV-2.

More than 90 vaccines are being developed against SARS-CoV-2 by research teams at companies and universities around the world. The researchers are testing different technologies, some of which have never been used in a licensed vaccine before. At least six groups have already started to inject formulations into volunteers in safety tests; others started testing on animals.

SARS-CoV-2 vaccines: a variety of approaches

All vaccines aim to expose the body to an antigen that does not cause disease, but will elicit an immune response that can block or kill the virus if a person becomes infected. There are at least eight types being tested against the coronavirus, and they depend on different viruses or viral parts.

Virus vaccines

At least seven teams are developing vaccines using the virus itself, weakened or inactivated. Many existing vaccines are made this way, such as against measles and polio, but require extensive safety testing. Sinovac Biotech in Beijing has started testing an inactivated version of SARS-CoV-2 in humans.

Viral vector vaccines

About 25 groups say they are working on viral vector vaccines. A virus like measles or adenovirus is genetically modified to produce coronavirus proteins in the body. These viruses are weakened and cannot cause disease. There are two types: those that can still replicate within cells and those that cannot because the main genes have been disabled.

Nucleic acid vaccines

At least 20 teams aim to use genetic instructions (in the form of DNA or RNA) for a coronavirus protein that prompts an immune response. The nucleic acid is inserted into human cells, which produce copies of the virus protein; most of these vaccines encode the virus’ peak protein.

Protein-based vaccines

Many researchers want to inject coronavirus proteins directly into the body. Protein fragments or protein shells that mimic the outer layer of the coronavirus can also be used.

Industry trials

More than 70% of the groups that lead vaccine research efforts are from industrial or private companies. Clinical trials begin with small safety studies in animals and people, followed by much larger studies to determine whether a vaccine generates an immune response. The researchers are accelerating these steps and hope to have a vaccine ready in 18 months.

It appears from the above that there is an urgent need to adopt measures to protect forests and combat the exploitation of wild species to prevent new pandemics and the development and production of vaccines capable of immunizing the population of the new Coronavirus is urgent. In the absence of a vaccine to protect the population, there is, at the moment, no alternative but social distancing. It is, therefore, demonstrated that humanity will have to make profound changes in its relationship with nature to prevent new pandemics that threaten its very existence from happening and to invest heavily in R&D aimed at the development of vaccines to face current and new viruses.

* Fernando Alcoforado, 80, awarded the medal of Engineering Merit of the CONFEA / CREA System, member of the Bahia Academy of Education, engineer and doctor in Territorial Planning and Regional Development by the University of Barcelona, university professor and consultant in the areas of strategic  planning, business planning, regional planning and planning of energy systems, is author of the books Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) and Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).

CAUSES DE PANDÉMIE ET ÉTAPE DE RECHERCHE SUR LES VACCINS CONTRE LE NOUVEAU CORONAVIRUS

Fernando Alcoforado*

Cet article vise à montrer comment prévenir de nouvelles pandémies sur la base de l’avis d’experts et le stade de la recherche visant à développer des vaccins pour immuniser la population contre le nouveau coronavirus sur la base d’informations sur l’avancement des recherches sur les vaccins indispensables pour lutter contre Covid 19. Comme cela sera présenté dans les paragraphes suivants, l’humanité devra modifier profondément sa relation avec la nature pour empêcher de nouvelles pandémies qui menacent son existence même et investir massivement dans la R&D visant à développer des vaccins pour faire face à virus actuels et nouveaux.

Article Mais destruição da natureza, mais pandemias (Plus de destruction de la nature, plus de pandémies), publié sur le site <https://climainfo.org.br/2020/03/19/mais-destruicao-da-natureza-mais-pandemias/&gt;, informe que la destruction de la biodiversité promu par l’humanité peut créer les conditions pour l’émergence de nouveaux virus avec une puissance de transmission et une létalité sans précédent. Les êtres humains ont toujours vécu avec des agents pathogènes de la nature, certains bénéfiques, d’autres mortels. Quelques-uns étaient aussi mortels que la peste bubonique et la grippe espagnole. Cette situation se répète avec la pandémie du nouveau Coronavirus. Dans cet article, il est également rapporté qu’une enquête de 2008 a identifié 335 nouvelles maladies qui sont apparues entre 1960 et 2004, dont 60% provenaient d’animaux.

David Quammen, auteur de Spillover: Animal Infections and the Next Pandemic, a écrit dans le New York Times que l’homme envahit les forêts tropicales et d’autres environnements sauvages, abritent diverses espèces de plantes et d’animaux et au sein de ces créatures, il existe d’innombrables virus inconnus . En coupant des arbres, en tuant des animaux ou en les mettant en cage et en les envoyant sur les marchés, l’homme détruit les écosystèmes et propage des virus à partir de leurs hôtes naturels. Lorsque cela se produit, les virus ont besoin d’un nouvel hôte qui est souvent l’homme lui-même.

Article Parem de destruir a natureza ou teremos pandemias piores, alerta grupo de cientistas (Arrêtez de détruire la nature ou nous aurons de pires pandémies, prévient un groupe de scientifiques) publié sur le site Web <https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/parem-de-destruir-natureza-ou-teremos-pandemias-piores-alerta-grupo-de-cientistas-24398235&gt;, signé par les professeurs Josef Settele, Sandra Díaz et Eduardo Brondizio, qui a dirigé l’étude la plus complète sur la “santé planétaire” jamais rapportée, “il existe une seule espèce responsable de la pandémie de Covid 19: nous”. Et, si la destruction de la nature ne s’arrête pas, il est probable que des maladies encore plus meurtrières et destructrices frapperont l’humanité à l’avenir, plus rapidement et plus fréquemment. L’avertissement vient des plus grands experts mondiaux de la biodiversité. Les chercheurs ont déclaré que “la déforestation galopante, l’expansion incontrôlée de l’agriculture, l’agriculture intensive, l’exploitation minière et le développement des infrastructures, ainsi que l’exploitation des espèces sauvages” ont créé ce qu’ils ont qualifié de “tempête parfaite” pour la propagation des maladies.

Dans l’article d’Erick Gimenes, Ação humana contra o meio ambiente causou a pandemia do coronavírus, diz pesquisador (l’action humaine contre l’environnement a provoqué la pandémie de coronavirus, explique un chercheur), publié sur le site <https://www.brasildefato.com.br/2020/03/18/acao-humana-contra-o-meio-ambiente-causou-a-pandemia-do-coronavirus-diz-pesquisador&gt;, Allan Carlos Pscheidt, docteur en biodiversité végétale et environnement et professeur à Faculdades Metropolitanas Unidas, à São Paulo, dit que la destruction d’habitats d’autres animaux rendra les épidémies de plus en plus courantes. Le nouveau coronavirus s’est propagé à travers le monde grâce à l’action destructrice et invasive de l’homme contre la nature. L’organisme qui cause Covid-19 est depuis longtemps dans l’environnement, probablement logé dans des chauves-souris originaires de grottes intactes, selon le professeur. Cependant, avec l’urbanisation croissante et l’invasion humaine qui en a résulté, le virus a rompu son cycle naturel et atteint d’autres êtres, comme l’homme, dont l’organisme n’est pas encore prêt à le combattre.

Selon le chercheur Allan Carlos Pscheidt, la pandémie du nouveau Coronavirus laisse des leçons claires: nous devons de toute urgence nous inquiéter de la consommation effrénée, de la destruction récurrente de la planète et du changement climatique. La propagation du nouveau Coronavirus en est la conséquence directe. Pscheidt prévient que, dans un monde interconnecté comme celui dans lequel nous vivons aujourd’hui, les épidémies virales doivent devenir de plus en plus courantes. Pour lui, si nous n’évoluons pas vers une société plus consciente et moins égoïste, l’humanité sera décimée par de nouvelles pandémies. Tant qu’elle ne protégera pas la nature pour prévenir de nouvelles pandémies, l’humanité devra produire des vaccins qui permettront d’immuniser l’ensemble de la population contre les virus actuels et nouveaux, étant donné qu’ils sont fondamentaux pour lutter contre les maladies.

Tout au long de l’histoire, les vaccins ont contribué à réduire considérablement l’incidence de la polio, de la rougeole et du tétanos, parmi de nombreuses autres maladies. Aujourd’hui, les vaccins sont considérés comme le traitement le plus rentable en santé publique. La réalité est maintenant que le monde a besoin d’un vaccin contre le nouveau coronavirus qui cause la covid-19. Il ne sera probablement pas prêt dans les prochains mois. Peut-être que cela ne se produira que dans 12 ou 18 mois. Il y a actuellement une course pour développer des vaccins. Article d’Ewen Callaway The race for coronavirus vaccines: a graphical guide (La course aux vaccins contre les coronavirus: un guide graphique), publié sur le site Web <https://www.nature.com/articles/d41586-020-01221-y&gt;, présente plusieurs façons dont les scientifiques espèrent fournir une immunité au SARS-CoV-2.

Plus de 90 vaccins sont en cours de développement contre le SRAS-CoV-2 par des équipes de recherche d’entreprises et d’universités du monde entier. Les chercheurs testent différentes technologies, dont certaines n’ont jamais été utilisées auparavant dans un vaccin homologué. Au moins six groupes ont déjà commencé à injecter des formulations à des volontaires dans des tests de sécurité; d’autres ont commencé à tester sur des animaux.

Vaccins contre le SRAS-CoV-2: différentes approches

Tous les vaccins visent à exposer le corps à un antigène qui ne cause pas de maladie, mais provoquera une réponse immunitaire qui peut bloquer ou tuer le virus si une personne est infectée. Il existe au moins huit types testés contre le coronavirus, et ils dépendent de différents virus ou parties virales.

Vaccins des virus

Au moins sept équipes développent des vaccins utilisant le virus lui-même, affaibli ou inactivé. De nombreux vaccins existants sont fabriqués de cette manière, comme contre la rougeole et la polio, mais nécessitent des tests de sécurité approfondis. Sinovac Biotech à Pékin a commencé à tester une version inactivée du SARS-CoV-2 chez l’homme.

Vaccins à vecteur viral

Environ 25 groupes disent travailler sur des vaccins à vecteur viral. Un virus comme la rougeole ou l’adénovirus est génétiquement modifié pour produire des protéines de coronavirus dans le corps. Ces virus sont affaiblis et ne peuvent pas provoquer de maladie. Il en existe deux types: ceux qui peuvent encore se répliquer dans les cellules et ceux qui ne le peuvent pas car les principaux gènes ont été désactivés.

Vaccins à l’acide nucléique

Au moins 20 équipes visent à utiliser des instructions génétiques (sous forme d’ADN ou d’ARN) pour une protéine de coronavirus qui provoque une réponse immunitaire. L’acide nucléique est inséré dans les cellules humaines, qui produisent des copies de la protéine virale; la plupart de ces vaccins codent pour la protéine de pointe du virus.

Vaccins à base de protéines

De nombreux chercheurs souhaitent injecter des protéines de coronavirus directement dans le corps. Des fragments de protéines ou des coques de protéines qui imitent la couche externe du coronavirus peuvent également être utilisés.

Essais industriels

Plus de 70% des groupes qui dirigent les efforts de recherche sur les vaccins proviennent d’entreprises industrielles ou privées. Les essais cliniques commencent par de petites études de sécurité chez les animaux et les personnes, suivies par des études beaucoup plus importantes pour déterminer si un vaccin génère une réponse immunitaire. Les chercheurs accélèrent ces étapes et espèrent avoir un vaccin prêt dans 18 mois.

Il ressort de ce qui précède qu’il est impératif d’adopter des mesures pour protéger les forêts et lutter contre l’exploitation des espèces sauvages afin de prévenir de nouvelles pandémies et le développement et la production de vaccins capables d’immuniser la population du nouveau Coronavirus est urgent. En l’absence de vaccin pour protéger la population, il n’y a, pour le moment, d’autre alternative que la distance sociale. Il est donc démontré que l’humanité devra modifier profondément sa relation avec la nature pour empêcher de nouvelles pandémies qui menacent son existence même et investir massivement dans la R&D visant à développer des vaccins pour faire face aux virus actuels et nouveaux.

* Fernando Alcoforado, 80, a reçoit la Médaille du Mérite en Ingénierie du Système CONFEA / CREA, membre de l’Académie de l’Education de Bahia, ingénieur et docteur en planification territoriale et développement régional pour l’Université de Barcelone, professeur universitaire et consultant dans les domaines de la planification stratégique, planification d’entreprise, planification régionale et planification énergétique, il est l’auteur de ouvrages Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) et Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).

CAUSAS DE PANDEMIAS E ESTÁGIO DAS PESQUISAS DE VACINAS CONTRA O NOVO CORONAVIRUS

Fernando Alcoforado*

Este artigo tem por objetivo mostrar como evitar novas pandemias com base na opinião de especialistas e o estágio de pesquisas voltadas para o desenvolvimento de vacinas para imunizar a população contra o novo Coronavirus com base em informações sobre o avanço das pesquisas sobre vacinas imprescindíveis ao combate do Covid 19. Como será apresentado nos parágrafos a seguir, a humanidade terá que realizar mudanças profundas em sua relação com a natureza para evitar que aconteçam novas pandemias que ameacem sua própria existência e investir maciçamente em P&D voltadas para o desenvolvimento de vacinas para fazer frente aos atuais e novos vírus.

Artigo Mais destruição da natureza, mais pandemias, publicado no website <https://climainfo.org.br/2020/03/19/mais-destruicao-da-natureza-mais-pandemias/>, informa que a destruição da biodiversidade promovida pela humanidade pode criar as condições para o surgimento de novos vírus com poder de transmissão e letalidade inéditos. O ser humano sempre conviveu com patógenos vindos da natureza, alguns benéficos, outros mortais. Alguns poucos foram mortais como a Peste Bubônica e a Gripe Espanhola. Esta situação se repete com a pandemia do novo Coronavirus. Neste artigo, é informado, também, que uma pesquisa de 2008 identificou 335 novas doenças que surgiram entre 1960 e 2004 das quais 60% vinham de animais.

David Quammen, autor de Spillover: Infecções Animais e a Próxima Pandemia, escreveu no jornal The New York Times que o homem, invade florestas tropicais e outros ambientes selvagens, que abrigam várias espécies de plantas e animais e dentro dessas criaturas há inúmeros vírus desconhecidos. Ao cortar as árvores, matar os animais ou os enjaulá-los e ao enviá-los para os mercados, o homem destrói ecossistemas e dissemina os vírus de seus hospedeiros naturais. Quando isso acontece, os vírus precisam de um novo hospedeiro que muitas vezes é o próprio homem.

Artigo Parem de destruir a natureza ou teremos pandemias piores, alerta grupo de cientistas publicado no website <https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/parem-de-destruir-natureza-ou-teremos-pandemias-piores-alerta-grupo-de-cientistas-24398235>, assinado pelos professores Josef Settele, Sandra Díaz e Eduardo Brondizio, que lideraram o estudo sobre a “saúde planetária” mais abrangente já feito, informa que “há uma única espécie responsável pela pandemia de Covid-19: nós”. E, se a destruição da natureza não tiver um fim, é provável que doenças ainda mais mortais e destrutivas atinjam a humanidade no futuro, de forma mais rápida e frequente. O alerta vem dos principais especialistas em biodiversidade do mundo. Os pesquisadores afirmaram que o “desmatamento desenfreado, expansão descontrolada da agricultura, agricultura intensiva, mineração e desenvolvimento de infraestrutura, bem como a exploração de espécies selvagens” criaram o que classificaram como uma “tempestade perfeita” para a propagação de doenças.

No artigo de Erick Gimenes Ação humana contra o meio ambiente causou a pandemia do coronavírus, diz pesquisador, publicado no website <https://www.brasildefato.com.br/2020/03/18/acao-humana-contra-o-meio-ambiente-causou-a-pandemia-do-coronavirus-diz-pesquisador>, Allan Carlos Pscheidt, doutor em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente e professor das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo, diz que a destruição de habitats de outros animais vai tornar epidemias cada vez mais comuns. O novo Coronavírus se alastrou pelo mundo graças à ação destrutiva e invasora do ser humano contra a natureza. O organismo que causa a Covid-19 está há tempos no meio ambiente, provavelmente alojado em morcegos nativos de cavernas intocadas, segundo o professor. Com a crescente urbanização e consequente invasão humana, porém, o vírus quebrou seu ciclo natural e alcançou outros seres, como o homem, cujo organismo ainda não está preparado para combatê-lo.

De acordo com o pesquisador Allan Carlos Pscheidt, a pandemia do novo Coronavirus deixa lições claras: precisamos nos preocupar urgentemente com o consumo desenfreado, a destruição recorrente do planeta e as mudanças climáticas. A disseminação do novo Coronavírus é resultado direto disso. Pscheidt alerta que, em um mundo interligado como o que vivemos hoje, epidemias virais devem se tornar cada vez mais comuns. Para ele, se não evoluirmos para uma sociedade mais consciente e menos egoísta, a humanidade será dizimada por novas pandemias. Enquanto não proteger a natureza para evitar novas pandemias, a humanidade terá que produzir vacinas que permitam imunizar toda a população dos atuais e novos vírus, haja vista que elas são fundamentais para o combate a doenças.

Ao longo da história, as vacinas ajudaram a reduzir expressivamente a incidência de pólio, sarampo e tétano, entre várias outras doenças. Hoje, as vacinas são consideradas o tratamento com melhor custo-benefício em saúde pública. A realidade agora é que o mundo precisa de uma vacina contra o novo Coronavírus que causa a covid-19. Provavelmente, ela não estará pronta nos próximos meses. Talvez isso só ocorra daqui a 12 ou 18 meses. No momento há uma corrida visando o desenvolvimento de vacinas. O artigo de Ewen Callaway The race for coronavirus vaccines: a graphical guide (A corrida pelas vacinas contra o coronavírus: um guia gráfico), publicado no website <https://www.nature.com/articles/d41586-020-01221-y>, apresenta várias maneiras pelas quais os cientistas esperam fornecer imunidade ao SARS-CoV-2.

Mais de 90 vacinas estão sendo desenvolvidas contra o SARS-CoV-2 por equipes de pesquisa em empresas e universidades de todo o mundo. Os pesquisadores estão testando diferentes tecnologias, algumas das quais nunca foram usadas em uma vacina licenciada antes. Pelo menos seis grupos já começaram a injetar formulações em voluntários em testes de segurança; outros começaram a testar em animais.

Vacinas SARS-CoV-2: uma variedade de abordagens

Todas as vacinas visam expor o corpo a um antígeno que não causa doença, mas provocará uma resposta imune que pode bloquear ou matar o vírus se uma pessoa for infectada. Existem pelo menos oito tipos sendo testados contra o coronavírus, e eles dependem de diferentes vírus ou partes virais.

Vacinas de vírus

Pelo menos sete equipes estão desenvolvendo vacinas usando o próprio vírus, de forma enfraquecida ou inativada. Muitas vacinas existentes são feitas dessa maneira, como as contra o sarampo e a poliomielite, mas requerem testes de segurança extensivos. A Sinovac Biotech em Pequim começou a testar uma versão inativada do SARS-CoV-2 em humanos.

Vacinas de vetores virais

Cerca de 25 grupos dizem estar trabalhando em vacinas de vetores virais. Um vírus como sarampo ou adenovírus é geneticamente modificado para produzir proteínas de coronavírus no organismo. Esses vírus estão enfraquecidos e não podem causar doenças. Existem dois tipos: aqueles que ainda podem se replicar dentro das células e aqueles que não podem porque os genes principais foram desativados.

Vacinas de ácido nucléico

Pelo menos 20 equipes têm como objetivo usar instruções genéticas (na forma de DNA ou RNA) para uma proteína de coronavírus que solicite uma resposta imune. O ácido nucleico é inserido nas células humanas, que produzem cópias da proteína do vírus; a maioria dessas vacinas codifica a proteína de pico do vírus.

Vacinas à base de proteínas

Muitos pesquisadores querem injetar proteínas de coronavírus diretamente no corpo. Fragmentos de proteínas ou invólucros de proteínas que imitam a camada externa do coronavírus também podem ser usados.

Ensaios da indústria

Mais de 70% dos grupos que lideram os esforços de pesquisa de vacinas são de empresas industriais ou privadas. Os ensaios clínicos começam com pequenos estudos de segurança em animais e pessoas, seguidos de estudos muito maiores para determinar se uma vacina gera uma resposta imune. Os pesquisadores estão acelerando essas etapas e esperam ter uma vacina pronta em 18 meses.

Depreende-se, pelo exposto, que há uma necessidade  imperiosa de adotar medidas de proteção de florestas e de combate à exploração de espécies selvagens para evitar novas pandemias e é urgente o desenvolvimento e a produção de vacinas capazes de imunizar a população do novo Coronavirus.  Na ausência de uma vacina para proteger a população, não há, no momento, outra alternativa a não ser o distanciamento social. Fica, portanto, demonstrado que a humanidade terá que realizar mudanças profundas em sua relação com a natureza para evitar que aconteçam novas pandemias que ameacem sua própria existência e investir maciçamente em P&D voltadas para o desenvolvimento de vacinas para fazer frente aos atuais e novos vírus.

* Fernando Alcoforado, 80, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017), Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) e Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).

O BRASIL ENFRENTA QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE

Fernando Alcoforado*

Este vídeo mostra que o Brasil está diante da maior crise de sua história com os quatro cavaleiros do Apocalipse representados pela pandemia do Coronavirus e pelas catástrofes econômica, política e social que exigem do povo brasileiro grande empenho e determinação para vencer a quem atenta contra seu futuro.

* Fernando Alcoforado, 80, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor de 14 livros.

BRAZIL FACES FOUR KNIGHTS FROM THE APOCALYPSE

Fernando Alcoforado*

Brazil is currently facing the greatest crisis in its history, represented by the Coronavirus pandemic, the greatest stagnation of the economy in the entire history of the country, the neo-fascist threat to democracy and the large-scale impoverishment of the Brazilian population. Brazil faces the four knights of its apocalypse. The first knight of the apocalypse is represented by the Coronavirus pandemic that further aggravated the economic, political and social catastrophes that have existed in Brazil since 2014 to the point of transforming them into the second, third and fourth knights of the country’s apocalypse where the greatest horrors are practiced by the Bolsonaro government to the detriment of the vast majority of the Brazilian people.

It is worth noting that the Four Horsemen of the Apocalypse are characters described in the third prophetic vision of the apostle John in the biblical book of Revelation that are Pest, Death, War and Hunger. In this view of the apostle John, the white horse and its rider represent Antichrist in his early years of political rule. During this period he will present himself as if he were the promised Messiah and deceive the chosen nation. The red horse is a symbol of war and the bloodshed that comes from it. The black horse symbolizes mourning and spiritual darkness. The yellow horse symbolizes death.

The Coronavirus pandemic can be associated with one of the apostle John’s Apocalypse Knights, the Plague. The indispensable condition for a nation to win the war is to be united against the common enemy, the Corinavirus. In Brazil, this condition is not respected because whoever should lead the fight against Coronavirus, the President of the Republic, Jair Bolsonaro, is opposing it by systematically disrespecting all restrictive measures to the agglomeration of people adopted by governors and mayors under the pretext of that it is also necessary to save the Brazilian economy from the debacle. In his action to compromise the fight against Coronavirus, Bolsonaro says that people must go back to work to keep their job. Even with social isolation in Brazil, many companies and people are returning to work to survive since the Bolsonaro government does not offer them the conditions necessary for their survival. The result of the Bolsonaro government’s action will be the horror of the catastrophe of the collective murder of the Brazilian people by the Coronavirus.

Brazil’s economic catastrophe can be associated with one of the Knights of the Apocalypse of the apostle John, Death. Brazil is a country that had its economic system in a terminal stage before the spread of Coronavirus. The economic catastrophe experienced by Brazil is reflected in the meager GDP growth since 2014, which is expected to worsen in 2020 with a negative growth of 6%. The drop in GDP growth in 2020 should result from the drop in consumption by the population caused by the massive mass unemployment aggravated by the Coronavirus, a fall in private investment as a result of the country’s economic stagnation and the terrible political environment and the fall in public investment due to the existing fiscal crisis and the government’s effort to reduce the State’s participation in the economy with its neoliberal policies. The result of the Bolsonaro government’s action will be the horror of the economic catastrophe characterized by the bankruptcy of the Brazilian economy with the widespread bankruptcy of companies and mass unemployment unprecedented in the history of Brazil.

The political catastrophe of Brazil can be associated with one of the Knights of the Apocalypse of the apostle John, the War. The political catastrophe is being processed by Bolsonaro with the attempt to implant a fascist dictatorship that threatens to happen in Brazil in the near future on the political plane. In the escalation of fascism in Brazil, an alliance was made between the conservative elite, broad sectors of the middle class and the fascists, which was consummated with the support offered to the candidate Jair Bolsonaro for the Presidency of the Republic who presented a typically fascist government proposal because his speech it was based on the explicit cult of order, state violence, authoritarian government practices, social contempt for vulnerable and fragile groups and anti-communism. The Bolsonaro government itself has intensified the conflict between the Presidency of the Republic and the other powers of the Republic and the confrontation with its opponents to justify the implantation of a dictatorship in Brazil to govern without the obstacles currently imposed by the 1988 Constitution. The result of the action of the Bolsonaro government will be the horror of the political catastrophe characterized by the end of democracy and the implantation of a fascist dictatorship in Brazil.

The social catastrophe of Brazil can be associated with one of the Knights of the Apocalypse of the apostle John, the Hunger. Brazil’s social catastrophe already existed before the Coronavirus pandemic and is being worsened by it. Before the pandemic, the Bolsonaro government did nothing to solve the problems of poverty and mass unemployment that were registered in Brazil. Extreme poverty has increased in Brazil and already totaled 13.5 million people surviving with up to  R$ 145 a month, before the economic crisis generated by the Coronavirus, a situation that worsened with the pandemic. The number of poor people has been growing since 2015 and has grown even more with the economic crisis generated by Coronavirus. The rise in unemployment, the reduction of spending on social programs and discrimination against the Northeast of Brazil, the poorest region of the country, in relation to the Bolsa Família Program increased the gap of the poorest that worsened with the economic crisis generated by the Coronavirus. Poverty mainly affects states in the North and Northeast of Brazil, especially the black and brown population, without education or with incomplete basic education. Before the economic crisis generated by the Coronavirus, unemployment corresponded to 12.7 million workers with an underutilized economically active population of 27.6 million workers, 44% or 40 million workers in an informal situation, that is, without enjoying rights labor. A study by Ibre / FGV (Brazilian Institute of Economics of Fundação Getúlio Vargas) points out that the covid-19 crisis will leave 12.6 million people unemployed in the country, raising the rate to 23.8%. The current level is 11.6%. This means that we will have 25.3 million unemployed workers with the economic crisis generated by Coronavirus. The result of the Bolsonaro government’s action will be the horror of the social catastrophe characterized by mass unemployment and the increase in extreme poverty in Brazil.

There is no possibility that the Bolsonaro government will overcome the consequences of the pandemic because by opposing the social isolation of the population it contributes to the increase of those infected and killed by the Coronavirus. There is no possibility for the Bolsonaro government to overcome the horror of the economic catastrophe because, when adopting neoliberal economic policies, the government’s only action in the economy is to adopt budgetary adjustments and bureaucratic reforms that are not able to overcome the crisis generated by the Coronavirus and they are not engines of economic growth in Brazil. There is no possibility that the Bolsonaro government will overcome the horror of the political catastrophe that threatens democracy in the face of its purpose of implanting a dictatorship in Brazil. Finally, there is no possibility for the Bolsonaro government to overcome the horror of social catastrophe because the measures adopted by the government to help the most vulnerable populations and to maintain jobs with resources are insufficient to meet the needs of the vast majority of the Brazilian population in the current situation of spreading the Coronavirus and much less to overcome the problem of unemployment, hunger and misery of the population due to its neoliberal policies.

Brazil is, therefore, facing the greatest crisis in its history with the four Knights of the Apocalypse that are demanding from their people committed to the defense of life against the Coronavirus and the country’s economic, political and social progress, great commitment and determination to beat anyone who menace against their future.

* Fernando Alcoforado, 80, awarded the medal of Engineering Merit of the CONFEA / CREA System, member of the Bahia Academy of Education, engineer and doctor in Territorial Planning and Regional Development by the University of Barcelona, university professor and consultant in the areas of strategic  planning, business planning, regional planning and planning of energy systems, is author of the books Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),  Esquerda x Direita e a sua convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria) and Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019).